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veja as marcas históricas quebradas no Mundial de 2026

A Copa do Mundo de 2026 chegou ao fim neste domingo (19), com a vitória da Espanha na prorrogação por 2 a 1 no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Realizada pela primeira vez com 48 seleções, a competição ultrapassou a marca de 100 partidas e acumulou recordes dentro e fora de campo.

Em campo

Kylian Mbappé e Lionel Messi assumiram as duas primeiras posições entre os maiores artilheiros da história das Copas ao ultrapassarem Miroslav Klose.

Com os dois gols marcados na disputa pelo terceiro lugar, o francês encerrou a competição com 22 gols, agora isolado na liderança. Messi se despede do Mundial com 21.

E se é de recorde que estamos falando, o camisa 10 foi o protagonista. O argentino também se tornou o jogador com mais vitórias na história dos Mundiais, com 21, ultrapassou Pelé em número de assistências (12), além de ser agora o atleta mais velho a marcar três gols em uma mesma partida. Em contrapartida, chegou a quatro pênaltis desperdiçados na competição, maior número de um jogador na história.

Aos 41 anos, Cristiano Ronaldo tornou-se o jogador mais velho a marcar duas vezes em uma partida de Copa do Mundo. O português também balançou as redes pela sexta edição consecutiva, entre 2006 e 2026.

O robozão ainda entrou para o grupo de atletas com mais participações no torneio. Ao lado de Lionel Messi e Guillermo Ochoa, o atacante disputou seis Copas do Mundo.

No gol, o recordista foi o goleiro espanhol Unai Simón, que atingiu a expressiva marca de 658 minutos sem sofrer gols na Copa do Mundo, superando o recorde histórico anterior que pertencia ao italiano Walter Zenga (517 minutos).

Isso graças a uma defesa muito sólida, que bateu o recorde de gols sofridos em uma campanha de título mundial. A Espanha sofreu apenas um gol em toda a Copa e ultrapassou a própria marca, atingida em 2010, quando teve suas redes balançadas duas vezes.  

Público

A edição de 2026 também estabeleceu uma nova marca de público. Segundo Andrew Giuliani, diretor-executivo da Casa Branca, mais de 6,5 milhões de torcedores passaram pelos estádios de Estados Unidos, México e Canadá.

O número superou os cerca de 3,6 milhões de espectadores registrados na Copa de 1994, que até então tinha o maior público acumulado da história da competição.

Técnicos

Aos 78 anos, Dick Advocaat tornou-se o treinador mais velho a comandar uma seleção em uma Copa do Mundo. O holandês alcançou o feito à frente de Curaçao.

Didier Deschamps, por sua vez, passou a liderar duas importantes estatísticas entre os técnicos. O comandante da França chegou a 27 partidas e 21 vitórias na história do torneio.

Por fim, Lionel Scaloni se tornou o sexto treinador à chegar em duas finais de Copa seguidas e o segundo mais jovem a alcançar este feito, atrás apenas de Franz Beckenbauer.

Fonte: Clique aqui

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