Alunos de uma academia de jiu-jitsu na Pensilvânia, nos Estados Unidos, iniciaram uma campanha de mobilização e arrecadação de fundos após a detenção do professor brasileiro Thiago Cintra Vieira Brito.
A prisão foi efetuada pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE – Immigration and Customs Enforcement) enquanto o instrutor viajava para a Flórida para acompanhar competidores em um torneio, no dia 24 de junho.
Thiago Brito atua como professor na Beacon Mixed Martial Arts e é o treinador principal de jiu-jitsu na Tristate Kick Boxing, na região da Filadélfia.
Entre no grupo
A detenção motivou a criação de um fundo para financiar a representação jurídica especializada em imigração.
Os recursos arrecadados cobrirão honorários advocatícios, custas judiciais, taxas de registro e a perda de renda do instrutor.
Nascido em maio de 1992 na cidade de São Paulo, Thiago Brito mudou-se para os Estados Unidos em 2016 para trabalhar como treinador e lutador.
Faixa preta desde 2013, o atleta registra vitórias em eventos internacionais, incluindo medalhas de ouro nas competições IBJJF DC Open (2019 e 2022) e IBJJF Detroit Open (2021).
Membros da comunidade cobram a revisão do processo. Andy Kearns foi às redes sociais para cobrar das autoridade políticas a análise do caso e afirma que a detenção de Brito impacta o cotidiano de centenas de famílias vinculadas às academias.
Outra aluna de 14 anos declara que o instrutor atua como mentor no desenvolvimento esportivo e pessoal dos jovens esportistas.
“Membros da comunidade cobram a revisão do processo. O aluno Andy Kearns solicita publicamente que líderes políticos eleitos analisem o caso e afirma que a detenção de Brito impacta o cotidiano de centenas de famílias vinculadas às academias. A aluna Bella, de 14 anos, declara que o instrutor atua como mentor no desenvolvimento esportivo e pessoal dos jovens esportistas”, disse Bella.
Na postagem ela declara a admiração pelo professor e frisa o papel dele na formação cidadã dos alunos.
Cartas estão sendo coletadas para manifestar carinho ao professor de jiu-jitsu brasileiro
A organização do movimento estruturou uma rede de coleta de cartas de apoio para anexar ao processo legal do brasileiro.
Adultos podem declarar o carinho e apoio, enquanto alunos menores de idade, em especial as crianças, estão autorizadas a criar desenhos que representem a relação com o brasileiro.

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