O motorista acusado de atropelar e matar o adolescente Eder Luiz Brol Filho, de 13 anos, em Treviso, no Sul de Santa Catarina, em setembro de 2025, foi preso preventivamente no Estado do Pará. A prisão ocorreu no fim de julho e foi determinada pela Justiça após denúncia apresentada pelo MPSC (Ministério Público de Santa Catarina).
O caso tramitava em segredo de Justiça. Conforme informações do advogado Leandro Alfredo da Rosa, que representa a família da vítima, o inquérito policial foi concluído pela Polícia Civil de Santa Catarina e o Ministério Público ofereceu denúncia contra o acusado.
Processo estava suspenso
Como o acusado não havia sido encontrado, o Ministério Público, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Criciúma, pediu a prisão preventiva. A solicitação foi aceita pelo Juízo da 1ª Vara Criminal de Criciúma.
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O mandado foi cumprido pela Polícia Civil do Pará no fim de julho. Até então, o processo estava suspenso e aguardava a localização do réu.
Com o cumprimento da ordem judicial, a ação penal foi retomada e agora aguarda a designação de audiência pelo Poder Judiciário. O acusado permanece preso no Pará, à disposição da Justiça.
Adolescente morreu após ser atropelado na SC-446
Eder Luiz Brol Filho morreu aos 13 anos após ser atropelado enquanto caminhava pelo acostamento da SC-446, em Treviso. O acidente ocorreu em 29 de setembro de 2025.
Após atingir o adolescente, o motorista abandonou o veículo e fugiu para uma área de mata. Ele foi localizado cerca de duas horas depois e preso. Posteriormente, porém, deixou o sistema prisional por decisão judicial.
A Polícia Civil concluiu a investigação em julho deste ano e apontou que o motorista responderia por homicídio culposo, com aumento de pena em razão de o atropelamento ter ocorrido no acostamento.
Família de Eder Luiz Brol Filho acompanha andamento do processo
Por meio do advogado, a família de Eder manifestou agradecimento às instituições envolvidas na investigação e no cumprimento da ordem judicial.
“A família da vítima parabeniza o trabalho da Polícia Civil de SC, do Ministério Público e do Judiciário da Comarca de Criciúma, bem como a Polícia Civil do Estado do Pará que deu cumprimento ao mandado”, informou a defesa da família.

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