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Moema, Elinaldo, Rodrigo Hagge e outros candidatos têm contas questionadas por tribunais

Quinze candidatos baianos que disputam as eleições de 2026 aparecem em registros de contas consideradas irregulares ou com pareceres desfavoráveis no Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) e no Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA).

O levantamento foi realizado pela organização Fiquem Sabendo a partir do cruzamento de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com os registros das duas cortes de contas, conforme reportagem de Ane Catarine, do A Tarde.

 A relação reúne candidatos a deputado estadual, deputado federal e suplentes.

Registros no TCM-BA

Entre os nomes identificados estão Silva Neto (Avante), candidato a deputado estadual, com quatro registros, e Juscelino de Irará (União Brasil), com três. Também aparecem Marcone Amaral (PSD) e Marão (Avante), ambos com três registros.

A lista inclui ainda Binho de Mota (PSDB), com dois registros, e nomes com um apontamento, como Elinaldo (União Brasil), Carlinhos Sobral (MDB), Charles Fernandes (PSD), Elmo Vaz (Avante), Jusmari Oliveira (PSD) e Moema Gramacho (MDB).

O levantamento também aponta três registros envolvendo Rodrigo Hagge (PSDB), que concorre como segundo suplente.

Registros no TCE-BA

No Tribunal de Contas do Estado aparecem Cleiton Lin (PDT), candidato a deputado federal, com um registro, Edvaldo Brito (PSD-BA), primeiro suplente, também com um, e Joseildo (PT), candidato a deputado federal, com um apontamento.

Marão também aparece nessa relação, com um registro no TCE-BA, além dos três identificados no TCM-BA.

Apontamento não significa inelegibilidade

A Fiquem Sabendo utilizou o CPF dos candidatos para cruzar as bases de dados e evitar problemas com homônimos.

A presença de um candidato em registros dos tribunais de contas, porém, não determina automaticamente a inelegibilidade. A situação de cada candidatura é analisada pela Justiça Eleitoral, e decisões dos órgãos de controle podem ser contestadas por recursos administrativos ou questionamentos judiciais.

O levantamento coloca os registros de contas dos candidatos no radar das eleições de 4 de outubro, mas a definição sobre a regularidade eleitoral de cada nome depende da tramitação dos respectivos processos e da análise da Justiça Eleitoral, como apurou o #Acesse Política.

Fonte: Clique aqui

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