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O governo Lula fez o que os empresários esperavam e, mais uma vez, está pendurando a conta no pescoço do contribuinte que está sendo chamado a contribuir com R$ 13,5 bilhões de recursos do Tesouro Nacional enquanto o BNDES vai emprestar R$ 5 bilhões.
Era previsível depois que os empresários gastaram quase R$ 50 milhões em ações de lobby nos Estados Unidos e pagaram consultorias para tentar ampliar o número de itens na lista de exceção.
Eles voltaram a fazer o que haviam deixado de fazer há 10 anos, quando vender para os americanos virou o melhor negócio do mundo porque o freguês pode ser chato, exigente e difícil, mas é quem paga melhor, tem interesse em inovação e é confiável. E mesmo com o tarifaço de Trump, 10 entre 10 empresários que exportam afirmam que é mais seguro vender para os americanos do que para os chineses.
Reciprocidade, não
Isso explica por que o governo Lula não fala em reciprocidade e muito menos em retaliar impondo taxas aos produtos que os americanos colocaram como essenciais para seus consumidores. O novo tarifaço imposto por Donald Trump começou a valer nesta quarta (22) com uma taxa de 25% e uma lista de exceções com cerca de 2.100 itens que incluem carne, café, laranja e suco de laranja e partes para a fabricação de aviões.
Não deixa de ser estranho liberar isso para empresas de grande porte e até multinacionais brasileiras. Mas neste momento é o que o governo pode fazer para se apresentar em defesa de nossa soberania, segundo Lula.
Brasil Soberano
O problema do Plano Brasil Soberano criado em 2025 pelo governo para ajudar empresas brasileiras afetadas pelo primeiro tarifaço é que ele não custa barato. Este ano já foram gastos R$ 21 bilhões em financiamentos, sendo R$ 15 bilhões com recursos do Tesouro, pelo FGE (Fundo de Garantia à Exportação) e outros R$ 6 bilhões pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e no ano passado mais R$ 16 bilhões.
O dinheiro pode ser gasto em financiamento, podendo cobrir até 100% do projeto, com pagamento em até 20 anos e carência de até quatro anos, capital de giro de exportações, além de uma linha destinada à aquisição de máquinas e equipamentos.
Juros menores
O BNDES estima que os juros finais fiquem entre 7,9% e 13,5% ao ano para investimento e entre 10,2% e 15,7% ao ano para operações de capital de giro. Muito melhor para quem não exporta e precisa hoje do banco. Na prática, esse dinheiro é para o grupo de empresas que consegue ser ouvido pelo governo.
Trata-se daquele grupo de quase 8 mil pequenas e microempresas que exportavam para os Estados Unidos antes do primeiro tarifaço e dificilmente vai ser beneficiado. Empresas que importavam produtos do Brasil para os brasileiros. Alimentos, artesanato e bebidas. Um mercado que focava nos 4 milhões de imigrantes que queriam sentir os sabores do Brasil.
Agora virou custo
Mas, como diz o ex-secretário de Comércio Exterior do Brasil, Welber Barral, isso agora virou custo e o Brasil vai ter que trabalhar numa estratégia de redução de perdas, dando prioridade ao alinhamento com o Ministério das Relações Exteriores, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a Camex, a Fazenda e o Congresso.
E tem uma coisa que quem exporta para os Estados Unidos sabe muito bem e que é o maior desafio: manter o freguês. O governo atua politicamente com discurso da soberania (embora não fale em reciprocidade e muito menos em retaliação), mas para o empresário que faz o negócio a questão é que fora do mercado americano, o Brasil tende a ser substituído por outros fornecedores.
Voltaremos logo
Então, o discurso de que o Brasil deve buscar novos mercados é estratégico e deve ser a segunda linha de ação. Porque não dá para deixar os americanos sem o nosso produto. E por isso vale perseguir e buscar soluções entre as empresas. Depois de outubro (no Brasil) e novembro (Estados Unidos), quando terminam as eleições, a vida continua e as empresas precisam tentar voltar a exportar. Não dá para dizer tchau ou bay bay, querido. No máximo, espere um pouco para voltarmos já já.
Aeroporto Humberto Delgado, em homenagem ao militar português que foi uma importante figura na oposição do regime da ditadura. – Divulgação
Aeroporto de Lisboa
Agora é oficial. Portugal vai ganhar um novo aeroporto internacional. O futuro Aeroporto Luís de Camões, que vai substituir o atual Aeroporto Humberto Delgado, será construído no Campo de Tiro de Alcochete, na margem sul do Tejo, numa zona atualmente pertencente à Força Aérea Portuguesa. A decisão foi tomada pelo Governo em maio de 2024, foi confirmada pelo governo nesta quarta-feira (22)
Terá capacidade projetada de 56 milhões de passageiros por ano, podendo atingir até 85 milhões. O projeto prevê duas pistas na fase inicial, 64 portas de embarque, 72 pontes de embarque em contacto, e a sua estação de passageiros terá 500 mil metros quadrados . Ele deve custar até 8 bilhões de euros. E deve ter uma nova linha ferroviária conectando-o a Lisboa.
Temu agora só trabalha com produtos de propriedade intelectual comprovada. – Divulgação
Fim do chingling
Esqueça os produtos piratas comprados em plataformas chinesas. No seu Relatório de Proteção de Propriedade Intelectual de 2026, a gigante Temu informa que expandiu sua proteção de propriedade intelectual (PI) triplicando o número de marcas que monitora para mais de 15.000. As remoções de anúncios potencialmente infratores superaram as desativações reativas em uma proporção de 331 para 1, acima dos aproximadamente 200 para 1 do ano anterior.
Agora, por meio da plataforma Brand Guardian Initiative (GRI – Iniciativa de Proteção à Marca), lançada em abril de 2024, as marcas que trabalham com a Temu precisam incorporar suas marcas registradas e outros direitos de PI nos sistemas de monitoramento da plataforma, de modo que as infrações sejam detectadas mais rapidamente. A empresa também oferece cursos de conformidade de Propriedade Intelectual e no ano passado engajou-se com mais de 130 associações do setor.
Nordeste foi a região que mais comprou tintas imobiliárias. – Divulgação
NE pintando mais
Entre janeiro e março de 2026, as vendas de tintas imobiliárias cresceram 10,1% em relação ao mesmo período de 2025. Mas o Nordeste registrou o maior crescimento, com 11,7%, seguido pelo Sudeste, com 11,3%. No acumulado do primeiro semestre, o mercado alcançou 728,5 milhões de litros, volume 8,9% superior ao observado no mesmo período do ano passado.
Em 2025, o segmento de tintas imobiliárias teve vendas de 1,495 bilhão de litros, representando cerca de 75% do volume total do setor de tintas brasileiro, que pela primeira vez na história superou a marca de 2 bilhões de litros comercializados em um único ano. Foi o terceiro ano consecutivo de crescimento e o quinto nos últimos seis anos. O Brasil ocupa a quarta posição como maior produtor mundial de tintas.
Ação: o primeiro passo para decidir bem é definir o problema – Reprodução/Freepik
Liderança e sucessão
Pela primeira vez desde o lançamento em 2023, a pesquisa Impactos e Tendências Bold HRO revela que a preocupação com a liderança e sucessão nas empresas aparece como a principal demanda dos escritórios de advocacia, superando a competitividade de mercado. O levantamento ouviu 32 escritórios de diferentes portes, entre boutiques especializadas e grandes bancas, ouvindo sócios fundadores, sócios de gestão, líderes de RH, COOs e diretores executivos.
Entre os entrevistados, 31,3% apontaram liderança e sucessão como o maior desafio enfrentado atualmente pelos escritórios, enquanto 25% citaram a competitividade de mercado. Na sequência aparecem cultura e engajamento (15,6%), geração de novos negócios (12,5%), atração e retenção de talentos (9,4%) e gestão de pessoas (6,3%).
Workshop Tributário
O Recife sedia nos dias 20 e 21 de agosto, no Novotel, o III Workshop sobre “Prevenção e Solução de Conflitos Tributários”, promovido pelo Centro Nacional para Prevenção e Resolução de Conflitos Tributários , liderado pela tributarista Mary Elbe Queiroz. O encontro irá debater o futuro da consensualidade e as novas estratégias de transação e conformidade fiscal. No
Desenrola sem juros
O Banco Carrefour, unidade financeira do Grupo Carrefour Brasil, está no Novo Desenrola Brasil. Entre os principais diferenciais da instituição estão a possibilidade de realização de acordos sem juros e em até 48x, além do uso do saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), ampliando as alternativas de regularização financeira aos clientes. Os clientes do Banco Carrefour que preencherem os requisitos terão a oportunidade de realizar negociações com descontos de até 90%, parcelas a partir de R$50 e acordos com o Fundo Garantidor do Governo Federal.
Pernambucanos estão menos inadimplentes – Istock
Ciclo sem fim
Não tem campanha Limpa Nome que dê jeito. Em junho de 2026, o Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela CNDL e SPC Brasil revelou que, do total de negativações chegou a 85,32% de devedores reincidentes. O dado refere-se a consumidores que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses, com 66,01% negativados novamente. Outros 19,31% haviam saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Isso significa que, em média, após 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence.
Tênis em Noronha
A GMG Premiere, desenvolvedora imobiliária por trás do projeto da Pousada Village Premiere, estreia no mercado de ativações esportivas. Promove o 1º Noronha Open de Tênis entre 30
De julho e 2 de agosto. O torneio é viabilizado em parceria com a Associação de
Muro Alto (UMA), entidade que já consolidou o tradicional AMA Open de Tênis no Litoral Sul do Estado ao longo da última década.

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