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Flávio promete suspender dívidas por seis meses e dar até um ano de carência a empresas

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) prometeu criar um programa para renegociar dívidas de brasileiros e empresas, com suspensão temporária dos pagamentos e condições de financiamento mais acessíveis. A proposta foi apresentada durante o debate presidencial da Band, no domingo (18), contra o presidente Lula da Silva (PT).

Pelo modelo anunciado, pessoas físicas teriam seis meses de carência, enquanto empresas poderiam ficar até um ano sem pagar as parcelas. Depois desse período, os débitos seriam refinanciados, com prazos maiores e juros menores, segundo o candidato.

Durante o debate, Flávio afirmou que o governo compraria dívidas das instituições financeiras por valores reduzidos para renegociá-las com os devedores. Ele também mencionou a possibilidade de abrir espaço de mais de R$ 200 bilhões no orçamento federal para ajudar a população a quitar compromissos financeiros, conforme noticiado pela Band.

Proposta prevê parcelas menores

Flávio afirmou que prestações atualmente entre R$ 100 e R$ 200 poderiam cair para valores entre R$ 10 e R$ 20. No entanto, não apresentou cálculos detalhados que demonstrem como essa redução seria alcançada nem estimativas completas sobre o custo do programa para os cofres públicos.

A proposta não prevê, necessariamente, o perdão das dívidas. A ideia apresentada é suspender temporariamente os pagamentos e renegociar os débitos, com novas condições para reduzir o peso das parcelas no orçamento de famílias e empresas.

A implementação dependeria da definição das fontes de recursos, dos critérios para selecionar os beneficiários e das condições negociadas com os bancos.

A proposta de Flávio acrescenta, entre os pontos anunciados, períodos de carência de seis meses para pessoas físicas e de até um ano para empresas. Até o momento, porém, o plano de campanha ainda depende de detalhamento para que seja possível avaliar seus custos, seu alcance e as condições efetivas oferecidas aos beneficiários.

Fonte: Clique aqui

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