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entenda a diferença e saiba quando procurar ajuda

Ir ao hospital ou ficar em casa? O erro fatal entre Urgência e Emergência e como identificar os sintomas que exigem atendimento imediato

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Urgência e emergência são dois termos que parecem ser sinônimos, mas carregam cenários e protocolos de atendimento completamente diferentes. Muitas pessoas costumam confundir as duas áreas, e por isso é essencial saber exatamente onde e quando buscar ajuda diante de um sintoma inesperado.

Em linhas gerais, a urgência engloba condições graves que exigem atenção médica em curto prazo, mas sem risco iminente de morte. Já a emergência caracteriza um quadro de ameaça direta à vida ou à integridade funcional do paciente, demandando intervenção imediata

A coordenadora médica da Emergência do Hospital Jayme da Fonte, Dra. Tássia Feitosa, reforça que identificar os sinais que o corpo envia é o primeiro passo para garantir um socorro eficaz.

Diante disso, os casos de emergência e urgência podem ser diferenciadas a partir de casos clínicos e seus respectivos níveis de desconforto ao paciente.

Situações como infarto, Acidente Vascular Cerebral e reações alérgicas graves caracterizam um risco iminente de morte ou lesão irreversível a um órgão, se enquadram como emergências.

Por outro lado, a urgência engloba situações também graves e dolorosas, que demandam rápido atendimento, mas não possuem risco de morte. Exemplos clássicos são a cólica biliar, também conhecida como pedra na vesícula, e a cólica renal (pedra no rim).

“A responsabilidade de reconhecer o que é uma urgência ou uma emergência não cabe ao paciente ou aos seus familiares. Essa avaliação cabe exclusivamente ao serviço de referência hospitalar. Diante de um sintoma forte ou estranho, a única missão da pessoa é buscar ajuda”, orienta a médica.

Ela resssalta, por exemplo, que os sinais de alerta de uma emergência cardiovascular vão muito além da clássica dor no peito.

Do ponto de vista fisiopatológico, quando uma artéria coronária sofre uma oclusão ou o coração entra em sofrimento agudo por falta de oxigenação, o organismo dispara uma resposta adrenérgica – reação do sistema nervoso que libera adrenalina – e sinais de sofrimento sistêmico que não devem ser ignorados“, alerta a médica.



Dra. Tássia Feitosa, coordenadora médica da Emergência do Hospital Jayme da Fonte – Junior Souza/JC Imagem

 

Atendimento estruturado no Hospital Jayme da Fonte

Para prestar assistência ágil e precisa nos casos de emergência e urgência, o Pronto-Atendimento do Hospital Jayme da Fonte foi projetado conta com corpo clínico e equipe de enfermagem especializados dedicados 24 horas, atuando por meio de protocolos de linha de cuidado.

A estrutura inclui suporte integrado de centro de diagnóstico por imagem, exames laboratoriais de resposta rápida, leitos de UTI e centro cirúrgico de alta complexidade.

Diante do aparecimento de qualquer sinal de alerta ou dúvida sobre a gravidade dos sintomas, a recomendação é não aguardar a melhora espontânea e buscar um pronto-atendimento hospitalar imediatamente.

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