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Arboricídio na Praça de Casa Forte

Leitor da coluna denuncia a poda em excesso de galhos de árvore frondosa localizada na Praça da Casa Forte, na Zona Norte do Recife

por JC

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Arboricídio na Praça de Casa Forte

Ocorreu um “arboricídio” contra uma árvore, na Praça de Casa Forte, na Zona Norte do Recife. Uma poda da Emlurb que vai muito além do que sugere a palavra. Cortar galhos é normal. Uma poda salutar. Usar a motosserra para agredir a planta não é prática recomendável. A árvore está sadia. Tanto que permanece lá, com o estrago no chão. Se assim não estivesse, deveria ser erradicada. Com a devida reposição. Louvo o trabalho da jornalista Letícia Lins, catalogando o crescente número de “arboricídios” no Recife. Cidade cada vez mais pobre do verde, matar árvore virou rotina… E tome concreto. Até nos parques públicos.

Tancrêdo Loyo, por e-mail 

Arboricídio na Praça de Casa Forte – TANCRÊDO LOYO / VOZ DO LEITOR

 

Via Mangue às escuras

Alô, Prefeitura do Recife. Cerca de 70% dos postes localizados na Via Mangue, na Zona Sul da capital, estão com a iluminação completamente apagada. Circular pela via expressa, à noite, se torna bastante esquisito, principalmente para nós mulheres. Até mesmo na altura do recém-inaugurado Parque Governador Eduardo Campos está uma escuridão só. É preciso urgentemente promover a substituição das lâmpadas.

Sara Coimbra, via redes sociais 

Pós eleição

As eleições de 2026 acabaram em 25 de outubro nos estados em que houve segundo turno e também para a escolha do presidente. Os eleitores ainda estão absorvendo e procurando assimilar a virada histórica de Lula, pois desde 1989, com a redemocratização do País, quem ganha no primeiro turno confirma a vitória no segundo turno. Mas não foi isso que aconteceu e quem se achava vitorioso teve de amargar uma derrota com uma diferença de mais de quatro milhões de votos. Passado uma semana do fim das eleições, o bonde dos desesperados já se movimenta para discutir 2030. É preciso dar tempo ao novo governo, que se inicia a partir do dia 5 de janeiro do próximo ano. Essa prática de começar a planejar uma próxima eleição logo de imediato é típico de quem não aceita o resultado das urnas. Aliás, os questionamentos a respeito da lisura das eleições somente tiveram início em 2022, quando o candidato derrotado começou a espalhar notícias de que as urnas teriam sido fraudadas. Porém, essa mesma urna, se apontar vitória para quem antes a criticava, o resultado é válido. É preciso saber aceitar que os votos depositados nas urnas representam a vontade do povo. O mundo não acaba pós eleição. Então é necessário reavaliar que estratégias não deram certo para não repetir os mesmos erros no próximo pleito.

José Paulo Vasconcelos, por e-mail

Críticas sem soluções

Jornalistas, comentaristas e cientistas políticos parecem sentir-se como se tivessem sido eleitos presidentes do Brasil. Até aqueles que, durante o ano inteiro, mantiveram o dedo preso a uma única tecla da velha máquina de escrever manual, isto é, passaram o tempo todo criticando o governo, sem jamais apresentar uma solução, agora se dedicam a “orientar” o presidente reeleito. É preciso fazer isso, fazer aquilo, dizem. Caso contrário, o país quebra, a economia afunda, o desemprego aumenta e a inflação se torna incontrolável. Desculpem, senhores, mas a população de hoje é esclarecida. Os jovens participam dos movimentos sociais e nós, os velhinhos, também temos uma consciência política que os senhores nem imaginam. Opinem, critiquem, sejam justos. Mas, sobretudo, apresentem propostas. Criticar por criticar é fácil. Difícil é apontar caminhos e assumir a responsabilidade pelas próprias ideias. Basta de tentar agradar apenas aos derrotados. Daqui a quatro anos, tem mais.

Silvio Romero, por e-mail

Resposta da Compesa

Em resposta à leitora Edna Mesquita, a Compesa informa que uma equipe esteve no trecho localizado entre a Praça do Derby e a Avenida Agamenon Magalhães para verificar a situação relatada. Durante a vistoria, foi constatado que a tampa mencionada pertence ao sistema de drenagem urbana, cuja gestão é de responsabilidade do órgão municipal competente, não sendo, portanto, atribuição da Compesa.

Assessoria de Imprensa

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