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Irã assume ataque contra base militar dos EUA na Jordânia e promete ampliar ofensiva pelo controle do Estreito de Ormuz

Drones foram utilizados em bombardeio iraniano contra base militar dos EUA.Foto: Divulgação/X/ND Mais

O Exército do Irã anunciou na terça-feira (14) a realização de bombardeios com drones contra uma instalação dos Estados Unidos na Jordânia.

A ofensiva ocorre como resposta direta às recentes ações do país norte-americano na costa sul do território iraniano.

O comunicado militar afirma que a ação compõe a sétima fase da Operação Sa’eqeh. O documento detalha que os bombardeios atingiram de forma direta a Base Aérea de Azraq, utilizada pelas tropas americanas no Oriente Médio.

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Segundo a mídia estatal do Irã, alvos identificados incluíram a área de estacionamento de aeronaves de combate e os edifícios de alojamentos de tropas.

Um grande depósito de equipamentos pertencentes ao aparato militar americano também sofreu impactos durante a ação.

Vídeo divulgado no X atribui ataque a área militar americana ao Irã.Vídeo: Divulgação/X/ND Mais

Retaliações do Exército do Irã contra os EUA

O Irã justifica a ofensiva como uma retaliação aos esforços de Donald Trump para abrir o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz.

O governo iraniano segue comprometido a manter o controle da região, mas o presidente norte-americano já sinalizou que vai avançar contra o regime de modo a garantir que as navegações tenham trânsito livre.

As Forças Armadas do Irã prometem manter a rota bloqueada até que o país norte-americano cesse o que classificam como violações territoriais.

Ataque do Irã tensiona confronto por controle no Estreito de Ormuz

O pronunciamento ainda aponta que nenhuma ação militar contra o território “ficará sem resposta ou sem um custo proporcional”.

Na segunda-feira, o Brigadeiro-General Mohammad Akrami-Nia já havia emitido um alerta público direcionado aos líderes americanos. O porta-voz enfatizou que nenhuma medida agressiva forçará a reabertura do Estreito de Ormuz pelas autoridades iranianas.

Akrami-Nia declarou que o presidente americano precisa aprender a “respeitar o direito internacional, os direitos das nações e a dignidade dos povos”.

O oficial militar concluiu afirmando que a hidrovia “jamais será reaberta por meio de guerra, hostilidade ou atos de agressão”.

Fonte: Clique aqui

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