A Azul celebrou nesta quinta-feira (9) um novo marco de sua trajetória ao participar da tradicional cerimônia ‘tocar o sino’ de abertura do pregão da New York Stock Exchange (NYSE), a Bolsa de Valores de Nova York, simbolizando o início de uma nova etapa da companhia após a conclusão bem-sucedida de seu processo de reestruturação.
Ser listada na New York Stock Exchange (NYSE), a Bolsa de Valores de Nova York, é um dos maiores marcos de maturidade, governança e escala que uma empresa global pode alcançar.
O toque do sino reuniu executivos da Azul e tripulantes de diferentes áreas da companhia, que tem mais de 14 mil colaboradores. O momento simbolizou não apenas a reestreia das ações da companhia na principal bolsa de valores do mundo, mas também o reconhecimento de uma empresa que hoje é mais forte, mais eficiente e preparada para um crescimento sustentável de longo prazo.
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Importância da Bolsa de Nova York
A listagem na NYSE marca um importante desdobramento da transformação vivida pela Azul. Com uma estrutura de capital fortalecida, governança aprimorada e maior flexibilidade financeira, a companhia amplia sua visibilidade junto à comunidade global de investimentos e reforça seu posicionamento para continuar investindo em sua operação, na expansão de sua malha aérea e na experiência de seus clientes.
“[…] Este momento representa o início de um novo capítulo para a companhia. Somos uma empresa mais forte, com uma estrutura de capital simplificada, governança ainda mais sólida e preparada para criar valor de forma sustentável no longo prazo. Estar de volta à NYSE fortalece nossa presença nos mercados internacionais de capitais e demonstra a confiança no futuro da Azul”, afirma John Rodgerson, CEO da Azul.
As ações da Azul permanecem normalmente negociadas na B3, sob o código AZUL3, enquanto suas American Depositary Shares (ADSs) passam a ser negociadas na NYSE sob o código AZUL.
Novo ciclo de crescimento
A cerimônia também simbolizou o encerramento de um ciclo iniciado com o processo de reestruturação financeira conduzido sob o Chapter 11 nos Estados Unidos. Concluído em tempo recorde, o procedimento permitiu à Azul fortalecer sua posição financeira, simplificar sua estrutura de capital e preservar a continuidade de suas operações, mantendo o compromisso com clientes, tripulantes, parceiros e fornecedores durante toda a reorganização.

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